De acordo com o artigo daquele semanário, estes números contrariam a tendência dos cinco anos anteriores, que registavam uma diminuição ligeira dos roubos.
E são mais altos do que os do Barómetro Global do Furto no Retalho, entidade inglesa que estuda as grandes e médias superfícies comerciais de 43 países, e que indicam que em Portugal o furto, a fraude de fornecedores ou de funcionários, o crime organizado e os erros administrativos custaram ao retalho um total de 88,8 milhões de euros em 2011.
“A pressão causada pela crise, que colocou mais pessoas no desemprego, leva ao furto”, adverte Ana Trigo Morais, diretora-geral da APED em declarações ao Expresso.

