O grupo Jerónimo Martins sublinhou, através do seu gabinete de comunicação, que apenas a comercializou a lasanha “até à notificação emitida pelo Sistema Comunitário de Alerta Rápido para Alimentação” e que após a identificação do fornecedor da carne adulterada o Recheio procedeu de “forma totalmente voluntária” à recolha da lasanha. “O produto recolhido foi isolado nos dois principais armazéns de congelados do grupo, tendo ficado aí bloqueado”, acrescenta, reforçando que foi nos seus armazéns e não nas lojas que a ASAE encontrou o produto.
Recorde-se que a ASAE anunciou esta quinta-feira (21 de fevereiro) em comunicado, que 12.410 embalagens de uma lasanha com a marca Euro Shopper foram apreendidas numa cadeia de distribuição de retalho e que a carne encontrada tinha como origem a Roménia. A autoridade de segurança alimentar indicou ainda não ser possível “confirmar a existência de risco pelo consumo desse produto para a saúde dos consumidores”.
De acordo com a Agência Lusa, o El Corte Inglés, o Continente, o Minipreço/DIA, o Lidl e a Makro garantiram não ter tido qualquer produto apreendido e que não comercializam a marca em causa.

