Parte do sucesso deveu-se ao “muito positivo crescimento LFL das vendas do grupo, que atingiu 8,7%”, refere a JM em comunicado.
O investimento do Pingo Doce no ano passado focou-se nos “perecíveis, marca própria e take away”, tendo ainda aberto sete lojas da cadeia. Também “reforçou o investimento publicitário”, o que permitiu ter “impacto no crescimento LFL das vendas que atingiu, no ano, 7,2%”, refere o relatório.
Também o Recheio permitiu o crescimento das vendas LFL em 3,2%, com a abertura de três lojas em 2010 e devido ao “reforço da sua oferta e competitividade em categorias fundamentais para os seus clientes como são os perecíveis”.
A operar na Polónia, a marca Biedronka contribuiu com um aumento de 11,6% nas vendas LFL da JM, tendo registado um aumento do valor médio de compra em 6,8%.
Em 2010 a JM investiu 434,2 milhões de euros, dos quais 62,4% foram investidos para aquela cadeia de distribuição na Polónia.
Para 2011, o relatório adianta que “a Biedronka prevê aumentar, em termos líquidos, o seu parque de lojas em cerca de 200 localizações”. “Em paralelo com o objetivo de expansão e, tendo em conta a perspetiva positiva de crescimento para a economia polaca, a Companhia Polaca continuará a ambicionar um crescimento a dois dígitos das vendas LF”, indica.
No que toca a Portugal “a estratégia do Pingo Doce passará pela manutenção da competitividade da sua política de preço e do sortido de marca própria, mantendo-se o ritmo de aberturas limitado à ocupação de localizações de proximidade”. Já o Recheio “pretende continuar a fortalecer a sua posição de liderança nos seus mercados-chave. A Companhia vai prosseguir com o reforço do seu posicionamento enquanto especialista alimentar, bem como com a manutenção da sua política de preços baixos”.

