Retalho

Farfetch abre nova vaga de estágios

A Farfetch acaba de anunciar uma nova edição do programa de estágios Plug-In, uma forma de proporcionar experiência profissional a jovens estagiários na área tecnológica. Os estágios abertos pela startup portuguesa são remunerados e têm a duração de nove meses, destinando-se a recém-licenciados de áreas como a Engenharia Informática, Ciência e Tecnologia.

A segunda edição do programa, que se inicia em setembro, irá decorrer no Porto nas instalações da Farfetch em Leça do Balio (Lionesa), estando aberta a talentos de todas as geografias.

“A Farfetch é uma empresa global e o programa Plug-In, apesar de nesta edição estar direcionado para o Porto, está aberto a receber potenciais talentos de todas as geografias”, refere Ana Sousa, diretora da People Team (Recursos Humanos) da Farfetch em Portugal.

 “A primeira edição do programa Plug-In foi um verdadeiro sucesso. Recebemos cerca de 800 candidaturas em 2016. Nesse ano, foram selecionados 25 graduados que tiveram oportunidade de estagiar e desenvolver competências com o apoio dos nossos mentores e, no final, mais de 80% foram integrados na grande equipa Farfetch”, explica Ana Sousa, diretora da People Team (Recursos Humanos) da Farfetch. Este ano, e acompanhando o crescimento acelerado da empresa, “lançamos uma segunda edição e vamos proporcionar a cerca de 35 novos estagiários uma oportunidade de começarem o seu percurso profissional, numa empresa tecnológica, onde acredito que estejam os melhores mentores”, acrescenta.

A fase de seleção estará a decorrer até 15 de julho, mas de acordo com a empresa “é um processo exigente”, “porque queremos os melhores talentos, aos quais daremos uma oportunidade única de aprendizagem ‘on the job’, numa das melhores empresas da indústria tecnológica. Nos nove meses do estágio, os graduados terão apoio próximo e permanente por parte de mentores internos aliado à oportunidade de, durante esse período, partilharem conhecimento, valores e cultura de uma empresa informal, ágil e internacional”. Para Ana Sousa, “o desenvolvimento de competências não se esgota nas áreas em que os selecionados são integrados, uma vez que surgem sempre outras oportunidades, numa empresa que está a crescer de forma ágil e acelerada.”