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Coca-Cola Europacific Partners cresce 3,3% e fatura 15,7 mil milhões até setembro

Coca-Cola Europacific Partners cresce 3,3% e fatura 15,7 mil milhões até setembro iStock

A Coca-Cola Europacific Partners (CCEP) registou um crescimento de 3,3% na faturação, totalizando 15.684 milhões de euros entre janeiro e setembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, anunciou a empresa esta quarta-feira, dia 5 de novembro.

De acordo com a comunicação, no terceiro trimestre, a empresa registou receitas de 5.410 milhões de euros, o que representou um crescimento de 1% face ao mesmo período de 2024.

 

Na região da Ibéria (Portugal, Espanha e Andorra), a Coca-Cola Europacific Partners registou receitas de 1.065 milhões de euros no terceiro trimestre, um aumento de 1,3% face ao mesmo período do ano anterior. Já no acumulado dos nove primeiros meses de 2025, o volume de negócios manteve-se estável nos 2.620 milhões de euros.

“O volume do terceiro trimestre manteve-se praticamente estável, com um ligeiro crescimento em Portugal que compensou a pequena queda registada em Espanha”, lê-se na comunicação.

 

A comunicação também sublinha que as receitas por caixa unitária aumentaram ao longo do ano, impulsionadas sobretudo pelo impacto da subida de preços.

Para Damian Gammell, diretor-executivo da CCEP, “2025 continua a ser um ano sólido para a CCEP, refletindo a força das nossas grandes marcas, o compromisso da nossa equipa, uma execução excecional e as relações sólidas com os nossos parceiros de marca e clientes. Na Europa, voltámos a crescer em volume mais um trimestre, mesmo num contexto de menor procura por parte dos consumidores. Na Ásia-Pacífico (APS), continuamos a impulsionar o crescimento subjacente — excluindo os ajustes no portefólio na Austrália —, apesar dos desafios macroeconómicos na Indonésia”.

 

E continua: “reafirmamos as nossas previsões para o conjunto do exercício e mantemos a confiança de que temos a estratégia adequada, executada de forma sustentável, que nos permitirá alcançar os objetivos de crescimento a médio prazo”.

 

 

 

 

 

 

 

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