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E-commerce

Amazon prepara-se para entrar no mercado da saúde

60% dos medicamentos comprados online são falsificados

A gigante de e-commerce norte-americana Amazon poderá estar a preparar a sua entrada em mais um mercado multimilionário – o farmacêutico. De acordo com a imprensa internacional, o retalhista quer agora começar a vender medicamentos na sua plataforma online.

A notícia foi recentemente avançada pelo canal de televisão CNBC, que noticiou que Jeff Bezos, CEO da empresa, já nomeou inclusive um director-geral para o negócio farmacêutico. A entrada da Amazon na venda de medicamentos é espera há alguns anos, mas a televisão norte-americana revela que só agora é que poderá mesmo avançar.

Aconteça ou não, o que é certo é que a possível entrada da Amazon na indústria farmacêutica já está a ter impacto a nível mundial. Depois da notícia da CNBC ter ido para o ar, as acções de cadeias de farmácias como a CVS e a Walgreens Boots sofreram quebras.

A indústria farmacêutica, por sua vez, também já se pronunciou. No Reino Unido, a National Pharmacy Association, refere que a notícia da entrada da Amazon na venda de medicamentos é preocupante.

Leyla Hannbeck, da associação, refere que “um dos aspectos mais valiosos da farmácia é a interacção com o paciente. Os medicamentos não podem ser comparados com outros produtos que podem ser vendidos online”.

A farmacêutica diz ainda que “consegue-se muito mais com o ver um paciente cara-a-cara, perceber o seu historial e ter a oportunidade de fazer perguntas sobre os problemas que têm. Não sabemos o que a Amazon está a preparar e eles ainda não confirmaram nada, mas temos preocupações acerca do que isto [entrada da empresa no sector] pode fazer no mercado da farmácia no geral.”

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