Produção

Tendência dos refrigerantes biológicos artesanais chega a Portugal

Tendência dos refrigerantes biológicos artesanais chega a Portugal

Os alemães Nils Schwentkowsi, Steffi Hunstock e Hendrik Raufmann são os ‘cérebros’ por detrás da why not soda, empresa de refrigerantes biológicos artesanais que se estreia no mercado português com a referência LEMON’MATE, um refrigerante feito de limão, chá mate e cafeína energizante. A bebida já está disponível em mais de 80 pontos de venda na Grande Lisboa, no Porto e na região do Algarve, mas quer alargar a presença no mercado nacional.

De acordo com um estudo da Global Info Research, o mercado dos refrigerantes artesanais deverá crescer 5,8% nos próximos cinco anos, em todo o mundo. A startup, que já foi distinguida no From Start-To-Table, um programa de aceleração para conceitos relacionados com o ecossistema da restauração organizado pela Startup Lisboa, Turismo de Portugal, Delta, Sociedade Central de Cervejas e AHRESP, pretende responder a esta necessidade e “revolucionar os lineares de refrigerantes em Portugal.”

Tendência dos refrigerantes biológicos artesanais chega a Portugal

Os alemães Nils Schwentkowsi, Steffi Hunstock e Hendrik Raufmann são os cérebros da why not soda

A why not soda sublinha que tem “consciência de que o futuro está na utilização de produtos com certificação biológica” e, por isso, decidiu “avançar com a produção deste refrigerante feito com produtos naturais. Isto significa que, ao beber LEMON’MATE, está mesmo a beber limão com mate.”

Steffi Hunstock, explica que “quando chegámos a Portugal percebemos que o movimento de refrigerantes artesanais ainda era muito residual e que não havia marcas portuguesas. Por outro lado, o impacto ambiental de importar este tipo de produto (que é, na verdade, 95% de água) é ridículo. Mesmo sem as todas condições desejáveis, encontrámos um parceiro – a Cerveja Vadia – que nos apoiou muito nesta aventura. Então decidimos [‘why not’] produzi-lo em Portugal”.

O objetivo da empresa passa por introduzir variedade nos lineares de refrigerantes dos supermercados e nas opções disponíveis em bares e restaurantes. “Estávamos habituados a entrar em qualquer mercearia e ver uma quantidade grande de marcas e sabores de refrigerantes. Queremos criar um movimento de refrigerante artesanal aqui e esperamos que, em cinco anos, também tenhamos muitos sabores diferentes e artesanais para experimentar”, reforça Nils Schwentkowsi.