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Produção

Pernod Ricard regista aumento de 21% nas vendas durante 2022

Vendas da Pernod Ricard crescem 7,8% no 1.º semestre

O Pernod Ricard, segundo maior produtor de vinhos e bebidas espirituosas do mundo, revelou que as vendas no exercício de 2022 cresceram organicamente 17% e nominalmente 21%, totalizando 10,701 milhões de euros.

Em comunicado, o produtor informa que as vendas em todas as regiões registaram um crescimento de dois dígitos:

  • Américas: +12%, com um crescimento na América do Norte e um crescimento dinâmico nos países da América Latina, suportado por uma recuperação do setor Travel Retail.
  • Ásia-RoW: +19%, com um crescimento liderado pela Índia, Turquia, China e África subsariana. Bom desempenho na Coreia e no Japão.
  • Europa: +19%, com um crescimento a nível global, liderado por Espanha, Alemanha, Polónia e Reino Unido, com uma recuperação no setor Travel Retail.
 

Todas as categorias de bebidas espirituosas registaram um crescimento de dois dígitos:

  • Marcas Estratégicas Internacionais: +18%, com um crescimento em todas as regiões, liderado por Jameson, Chivas Regal, Ballantine’s, Absolut e Martell.
  • Marcas Estratégicas Locais: +18%, com um crescimento liderado por Seagram’s Indian whiskies, Kahlua, Olmeca e Seagram’s Gin.
  • Marcas “Specialty”: +24%, com a continuação de um rápido desenvolvimento, liderado por American Whiskies, marcas de Gins e Agave. As Marcas “Specialty” duplicaram o seu peso nas vendas em relação ao ano financeiro de 2019.
  • Marcas de Vinhos Estratégicas: -4%, com um desempenho moderado, em particular devido a uma fraca colheita na Nova Zelândia.

“Três palavras resumem os excelentes resultados de Pernod Ricard para o exercício 21/22: recorde, equilibrio e sustentabilidade”, refere o presidente e CEO, Alexandre Ricard.

 

“O exercício 21/22 representou um ano recorde em muitos aspetos. As nossas vendas superaram o marco simbólico dos dez mil milhões de euros, registando o nosso maior crescimento em mais de 30 anos, obtendo um lucro recorde de três mil milhões de euros e operações correntes, cum uma margem de exploração recorde de 28,3%”, nota.