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Produção

Henkel prepara-se para o futuro

Henkel prepara-se para o futuro

A Henkel acaba de anunciar o início do seu programa de “melhoria digital”, uma estratégia que tem como objetivo “dar resposta aos desafios que a digitalização apresenta a nível profissional”.

A companhia apresentou recentemente este programa aos seus 53 000 funcionários em todo o mundo, estando neste momento a analisar o status quo e a avaliar o conhecimento digital do seu pessoal.

 

Sylvie Nicol, Vice-Presidente Corporativa Sénior de Recursos Humanos Global da Henkel, sublinha que “num ambiente cada vez mais desafiador e volátil, necessitamos estar na linha da frente. A digitalização tem um enorme impacto no nosso ambiente de trabalho. Necessitamos saber em que nível está a nossa organização, por forma a avançar sistematicamente as competências dos nossos funcionários. É por isso que unimos forças como o nosso Diretor Digital e a sua equipa para impulsionar esta iniciativa em toda a empresa, que apoiará significativamente a transformação eletrónica da nossa organização”.

“A transformação digital oferece-nos a possibilidade de fortalecer e ampliar os nossos negócios a nível global. Isso só poderá ser totalmente rentabilizado quando toda a organização tiver a mentalidade e os conhecimentos certos para a impulsionar”, acrescenta Rahmyn Kress, Diretor Digital da Henkel e fundador do Henkel X.

 

No âmbito desta estratégia, a companhia irá realizar testes de conhecimento geral, bem como uma revisão avançada de competências voltadas para funções de trabalho específicas. Para além disso, a Henkel desenvolveu uma estrutura de capacidade digital para cada ‘job family’ (Marketing, Vendas, TI ou RH) que servirá no futuro como padrão orientado para a indústria.

“Neste processo de transformação, o nosso pessoal é fundamental. Queremos garantir que eles tenham as competências digitais e o conhecimento necessário – agora e no futuro. Impulsionar esta mudança é um desafio, pois temos uma equipa global altamente diversificada de mais de 50 000 pessoas, com diferentes origens e perfis de trabalho. Esta mudança não acontecerá da noite para o dia, será uma jornada que durará de três a cinco anos”, acrescenta Sylvie Nicol.