Produção

Frusoal lança duas novas marcas para “valorizar citrinos do Algarve”

Frusoal lança duas novas marcas para “valorizar citrinos do Algarve”

A Frusoal, organização de produtores nacional, apresentou esta quarta-feira (6 de fevereiro) as suas marcas próprias para os citrinos do Algarve. Enquanto a Gomo é criada para os citrinos de categoria superior, a Biogomo irá comercializar laranjas produzidas em modo biológico.

Em comunicado, a organização de produtores explica que estas duas marcas são criadas com o objetivo de “reforçar as exportações da Frusoal e valorizar o sabor dos citrinos do Algarve, nomeadamente as laranjas de calibres superiores, assim como as de produção biológica – incluindo aquelas com classificação IGP – Indicação Geográfica Protegida.”

Pedro Madeira, sócio-gerente da Frusoal, sublinha que “estamos presentes em mercados próximos do Centro da Europa, o que, dada a sua proximidade, nos permite trabalhar com frutas mais maduras e, por isso, com mais sabor”.

Com branding desenvolvido pela TerraProjectos, consultora especializada no sector agroalimentar, a Gomo e a Biogomo pretendem remeter “para a doçura e sabor intensos dos citrinos algarvios. E são multilingues. Sabor, gomo a gomo (português), Flavour, in every piece (inglês) e Saveur, quartier à quartier (francês) é a declaração destas insígnias nos diversos mercados onde vão estar presentes”, explica a Frusoal.

“O lançamento destas marcas comerciais permite não só gerar valor acrescentado para os nossos produtos e associados, como também cria maior notoriedade para a produção nacional, que assim ganha diferenciação e maior capacidade de negociação tanto no mercado português como nas geografias de exportação”, acrescenta Pedro Madeira.

Citrinos biológicos são a grande aposta da organização de produtores

Atualmente, cerca de 25% das vendas da Frusoal já são feitas em mercados internacionais, nomeadamente Espanha, França, Alemanha, Reino Unido, Suíça e Polónia. A próxima grande aposta da organização serão agora os citrinos biológicos, cuja área de produção será alargada “para ir ao encontro das tendências de consumo.”

“Esperamos, em 2020, alcançar um volume de negócios de 25 milhões de euros. O reforço da presença nos mercados, com produtos de qualidade superior e valor acrescentado, é crucial para atingir esse objetivo”, conclui Pedro Madeira.