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Alta cozinha procura citrinos ancestrais

citrinos

A Makro anunciou esta semana que vai disponibilizar nas suas lojas algumas variedades de citrinos ancestrais, o que, de acordo com a empresa, é uma resposta “às necessidades dos nossos clientes”. A DISTRIBUIÇÃO HOJE soube através da Makro que estes produtos estão a ser procurados pela alta cozinha e que existem já produtores no Alentejo, apesar de “demorar ainda algum tempo para haver produção suficiente e dar resposta a uma escala nacional”.

À DISTRIBUIÇÃO HOJE, a Makro explicou que “a nossa aposta deve-se primeiramente para dar resposta às necessidades dos nossos clientes, das gerais às mais específicas. A nossa especialização em hotelaria e restauração permite-nos atender ao mercado mesmo que a logística de comercialização exija um processo mais rigoroso. Apenas um nicho do setor procura este tipo de produtos, que são maioritariamente apreciados pela alta cozinha. Neste momento está disponível uma variedade alargada de Citrinos Ancestrais na Makro, de norte a sul do país. De forma a ser possível o controlo do stock e conseguirmos respeitar o calendário de produção e comercialização, os artigos têm dias específicos para pedido e entrega nas lojas.”

Falamos de produtos como limão caviar, que de acordo com a empresa é “muito apreciado em gastronomia, as pequenas pérolas que contém rebentam na boca soltando o seu sabor intenso e cítrico”; e mão de buda, “que se utiliza essencialmente a sua casca com um odor cítrico em pratos de peixe, saladas e Gin”.

“Não se trata tanto de uma tendência de consumo, mas de uma diferenciação dos próprios restaurantes que têm como premissa inovar e apresentar inovações aos seus consumidores. Sendo um canal cada vez mais exigente e inovador e tendo nós uma participação preponderante no seu dia-a-dia, o nosso papel passa também por dar soluções diferenciadoras para ir ao encontro dessas exigências”, acrescenta.

O projeto começou a ser trabalhado em novembro de 2016, com a importação de alguns destes citrinos a partir de Valência, onde o Grupo Metro possui um dos seus escritórios de compras, mas de acordo existem “atualmente, no Alentejo, alguns citrinos ancestrais, no entanto demora ainda algum tempo para haver produção suficiente e dar resposta a uma escala nacional. Apesar do elevado grau de rendibilidade e conservação, exige uma constante produção, mas acreditamos que mesmo assim é possível dar resposta às mais diversas necessidades dos nossos clientes.”