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Chef Vítor Sobral reforça “take-away” dos seus espaços

Peixaria da Esquina

O grupo Quina, detido pelo chef Vítor Sobral, decidiu reforçar o serviço de ‘takeaway’ em vários dos seus espaços. Assim, são oito os espaços de restauração em território nacional – Tasca da Esquina, Peixaria da Esquina, Talho da Esquina, o ‘corner’ no Time Out Market, três padarias (Padaria da Esquina de Campo de Ourique, de Alvalade e do Restelo), e a Oficina da Esquina, a fábrica onde se fazem os pães e bolos da Padaria – que disponibilizam os seus serviços a quem queira efetuar encomendas de comida.

Preocupado com os tempos que se estão a viver em Portugal e no mundo face à pandemia de Covid-19, o chef Vítor Sobral, fundador do grupo Quina, refere que “não me faz sentido que um médico, um enfermeiro ou um bombeiro queira encomendar uma refeição para a sua família e que eu não contribua para suprir essa necessidade. Tenho a responsabilidade social de ajudar, prestando um serviço útil a todos. Tenho de continuar a prestar serviços que ajudem a sociedade civil”, salienta o chef.

 

Desde há muito que os espaços da Tasca da Esquina e da Peixaria da Esquina trabalham com as plataformas Glovo e No Menu – e a partir de hoje, vários restaurantes do grupo Quina deixam de ter serviço de sala, mas mantêm o serviço de balcão, respeitando as devidas distâncias de segurança. As encomendas são entregues à porta da Tasca da Esquina e da Peixaria da Esquina. Nas Padarias da Esquina, mantêm-se as vendas ao balcão – sendo que se farão entregas para encomendas com valores a partir dos 5€.

As condições de segurança estão, naturalmente, no centro das preocupações do grupo Quina, e como tal, as plataformas de “takeway” foram contactadas no sentido de se perceber qual o material necessário a implementar – luvas e soluções à base de álcool. Do mesmo modo, as embalagens foram cuidadosamente escolhidas, com selo de segurança, para garantir a proteção e integridade dos pratos pedidos pelos clientes.

Ao nível de fornecedores, cadeia de abastecimento e colaboradores, Vítor Sobral salienta que “gostaria que os elos da cadeia económica não se quebrassem por completo, de forma a minorar o impacto económico que esta pandemia irá ter no país”.

Apesar de toda a vontade em querer contribuir para amortizar o impacto económico e social deste período incerto, o cozinheiro e empresário da restauração gostaria de contar com o apoio do Governo ao sector, para que Portugal possa recuperar deste período complexo pronto a receber da melhor maneira os que o procurarão novamente. “Quero ajudar a criar soluções, e não contribuir para os problemas. Não quero causar problemas ao Estado nem às famílias que emprego. Quero apenas ferramentas para voltar a fomentar a economia e não deixar cair as minhas equipas”, conclui Vítor Sobral.