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APCC investe 700 mil euros para promover compras de Natal mais seguras

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A Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC) e seus associados, vão investir mais de 700 mil euros numa campanha de comunicação dirigida a consumidores e lojistas, com apelo à antecipação das compras de Natal, de forma a evitar aglomerações nos centros comerciais, nos períodos críticos, e promover compras ainda mais seguras nestes espaços.

Para que a antecipação das compras seja efetiva, os centros comerciais contam com a adesão dos seus lojistas ao prolongamento do período de trocas das compras de Natal até final de janeiro de 2021. Este prolongamento é válido para compras efetuadas até 15 de dezembro, com os lojistas que adiram a esta medida a ostentarem um dístico criado pela APCC especialmente para esta campanha.

“Esta campanha pretende transmitir que os centros comerciais são locais que promovem e potenciam a segurança sanitária de clientes, lojistas e demais equipas residentes, quer nas medidas, quer nos equipamentos de combate à pandemia”, refere António Sampaio de Mattos, presidente da APCC.

“De igual modo, é importante salientar que as atuais restrições ao número de pessoas no interior dos Centros Comerciais e dos estabelecimentos que neles se integram, está condicionado a um valor muito baixo de 5 pessoas por cada 100 m2, o que não tem paralelo em outros países europeus. Seria determinante que o Governo revisse com urgência este rácio no interior das lojas, medida que seria compatível com a campanha de sensibilização de clientes, de modo a evitarem os períodos de pico, e não deixarem as suas compras de Natal para os últimos dias”, acrescenta o responsável.

“Os centros comerciais são ambientes seguros e controlados, que promoveram uma transformação, com elevados custos, para maximizar a segurança, o distanciamento social, bem como o cumprimento de todas regras sanitárias. Esta vertente da segurança sanitária tem sido certificada por várias organizações internacionais de referência, que atestam os centros comerciais como locais seguros”, finaliza António Sampaio de Mattos.