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Portugueses pouco satisfeitos com a decoração das suas casas

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As conclusões são do mais recente estudo da GfK: decoração (42%), mobiliário (39%) e tamanho e espaço (30%) são os aspetos que os portugueses mais gostariam de mudar ou melhorar nas suas casas. No final da tabela surgem aspetos relacionados com a organização da casa (16%), jardim e espaços exteriores (19%) e os equipamentos de entretenimento (21%).

O estudo realizou-se em 23 países e indica que as mulheres são quem mais destaca a decoração da casa como um dos aspetos a melhorar (43%), já que para os homens o mais importante é o tamanho e o espaço da casa (37%).

 

Onde as opiniões mulheres vs homens mais divergem é nos equipamentos de entretenimento, com percentagens de 19% vs 30%, respetivamente. De acordo com a GfK, os inquiridos com 60 ou mais anos são os que menos importância atribuem aos equipamentos de entretenimento (10%). Os inquiridos na faixa dos 15 aos 19 anos, por sua vez, são os que maior importância atribuem a este aspeto nas suas casas.

“Os números mostram ainda que é na idade adulta, nas faixas etárias dos 30-39 anos, dos 40-49 anos e dos 50-59 anos, que aspetos como ‘tamanho e espaço da casa’ e ‘mobília’ ganham mais relevância. Sendo que aspetos como ‘decoração e design’ são mais valorizados nas camadas mais jovens (15-19 anos, com 41% e 20-29 anos, com 45%)”, revela a GfK.

A Holanda, o Japão, a Alemanha, a França e a Bélgica destacam-se dos restantes países inquiridos por terem as maiores percentagens de “não gostariam de alterar qualquer uma das áreas das suas habitações”. O desejo de melhorar a decoração das suas casas é, por sua vez, considerado muito relevante na Turquia e na Rússia, onde mais da metade da população online considerou este aspeto como o mais importante (56 e 55%, respetivamente).

“Relativamente às melhorias no mobiliário a Rússia volta a aparecer no top 3 como sendo um dos aspetos que os seus inquiridos mais consideram (54%), seguida da Turquia com 49%. A Rússia e a China são os dois principais países onde as populações gostariam de mudar ou melhorar os seus aparelhos domésticos – situando-se nos 45% e 40% respetivamente. Já a Coreia do Sul (42%), Hong Kong e China (ambos com 37%) têm as maiores percentagens no que diz respeito à melhoria do nível geral de limpeza das suas casas”, acrescenta o estudo.

Os inquiridos de Hong Kong, por sua vez, são os que mais gostavam de ver melhorias nos seus espaços para arrumação, com 47% a indicar esta necessidade. Quando questionados sobre as melhorias nos jardins, quintais ou outras áreas exteriores o país que lidera o ranking é o México (43%), seguido da Austrália (38%).