Retalho

Espaços de restauração e food-courts concentram investimentos no retalho

Espaços de restauração e food-courts concentram investimentos no retalho

Os espaços de restauração e os food-courts de centros comerciais têm sido os maiores alvos de investimentos no setor do retalho. A conclusão é de um estudo recentemente publicado pela consultora imobiliária Worx, que revela que os processos de remodelação e de reposicionamento estão a marcar o investimento imobiliário de retalho.

“As áreas alvo destas intervenções são, na sua grande maioria, as áreas de restauração, por se assumirem como um dos principais motivos de visita e que geram um impacto considerável ao nível do tráfego gerado”, indica a consultora em comunicado.

É o caso do Dolce Vita Tejo, que investiu cerca de 70 milhões de euros nos últimos anos para se transformar num “shopping resort”, e do Alameda Shop & Spot e do Alma Shopping, que anunciaram no início deste ano um investimento na remodelação das suas praças de restauração.

Já o comércio de rua, que nos últimos anos ganhou novo fôlego nas cidades de Lisboa e do Porto com avultados investimentos de retalhistas de vários segmentos, deverá “rivalizar com os centros comerciais”, segundo a Worx, estando a alargar-se a eixos mais secundários das cidades.

De acordo com a consultora imobiliária, no primeiro trimestre deste ano, abriram na cidade de Lisboa cerca de 100 novas lojas de rua, com 73% das aberturas a registarem-se no setor de restauração e alimentação.