Sustentabilidade

Nespresso e Banco Alimentar comemoram 10 anos de projeto sustentável e solidário

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São já dez anos a alimentar mais 2 .400 instituições de solidariedade social num total de 600 toneladas de arroz doadas pela Nespresso ao Banco Alimentar Contra a Fome. O projeto ‘Reciclar é Alimentar’ comemora o seu 10.º aniversário, ao atingir um recorde: só em 2019, 100 toneladas de arroz chegaram aos Bancos Alimentares de Lisboa e Porto para seguirem para a mesa de famílias e instituições do País.

Reciclar é Alimentar’ é um projeto de economia circular que começa no momento em que os portugueses bebem café e separam a cápsula Nespresso. Das cápsulas recicladas é aproveitada a borra do café, depois transformada em fertilizante para terrenos de cultivo de arroz, na Herdade Monte das Figueiras, em Santa Margarida do Sado. O arroz produzido ali é comprado pela Nespresso e doado ao Banco Alimentar.

“Pretendemos contribuir para o crescimento da economia circular. Sendo a borra do café um resíduo com propriedades fertilizantes e o alumínio, um material infinitamente reciclável, estamos a garantir que as suas vidas úteis não acabam numa chávena de café, refere Anna Lenz, market director da Nespresso Portugal.

No caso do alumínio, é transformado em novos objetos, como canetas, máquinas fotográficas, canivetes ou até bicicletas.

De norte a sul do País, há empresas parceiras a contribuir para que se consiga produzir arroz a partir da borra de café. A reciclagem das cápsulas acontece em Loures, o alumínio segue para Viana do Castelo, a borra de café para a Herdade Monte das Figueiras e, no final, o arroz para a mesa de quem dele mais precisa.

Do lado da Federação Portuguesa de Bancos Alimentares Contra a Fome, a presidente Isabel Jonet, salienta que “este projeto é um exemplo de responsabilidade social que nos deve inspirar a todos e motivar outros parceiros a dedicarem-se mais ao próximo”.

“No Banco Alimentar, acreditamos que ser sustentável é pensar no ambiente, mas também na melhoria de vida das pessoas, em especial de quem mais precisa”, conclui Isabel Jonet.